O Leme atua como um laboratório de políticas públicas especializado em segurança, focado em identificar e enfrentar desafios em cinco temas centrais. Desenvolvemos soluções em parceria com a gestão pública, oferecendo suporte técnico e estratégico para que tomadores de decisão possam desenhar, testar e avaliar o impacto de intervenções baseadas em evidências científicas e conectadas às realidades locais. Nosso objetivo é unir rigor científico e inovação na segurança pública, contribuindo para políticas efetivas de combate à violência.
Conheça nossa atuação em 5 eixos temáticos centrais:
No Brasil, as instituições policiais ainda operam de forma fragmentada, com baixo uso de dados e evidências e sem uma perspectiva estratégica. Essa fragilidade impede a construção de políticas de segurança pública efetivas, baseada em diagnósticos rigorosos, prioridades claras e decisões bem fundamentadas.
Nesse tema, oferecemos apoio para os seguintes desafios:
Identificar práticas de policiamento que reduzem o crime, desenhando e testando projetos informados por evidências científicas.
Desenhar forças municipais, fortalecendo capacidades técnicas e de gestão voltadas à redução da violência.
Fortalecer mecanismos de controle externo da atividade policial, com monitoramento sistemático dos padrões de atuação e dos resultados produzidos pelas polícias.
O crime organizado violento é um dos principais desafios da segurança pública na América Latina. No Brasil, ele se expressa, principalmente, pelo controle armado de territórios, pela exploração de negócios lícitos e ilícitos e pela violência direcionada às forças policiais. Nesse tema, oferecemos apoio para os seguintes desafios:
Conceituar e dimensionar o controle territorial de grupos armados, desenvolvendo métricas para mensurar sua presença e atuação.
Identificar e qualificar futuras lideranças da área de segurança pública, através da formação de uma rede ativa e comprometida.
Identificar estratégias bem-sucedidas e propor novas abordagens de enfrentamento ao problema, através da produção e disseminação de evidências.
Em 2025, 4 em cada 10 brasileiras foram vítimas de algum tipo de violência (FBSP e Datafolha). Esse cenário desafia a estrutura de proteção existente, exigindo o fortalecimento das estratégias de mapeamento, implementação e avaliação das iniciativas de prevenção da (re)vitimização.
Nesse tema, oferecemos apoio para os seguintes desafios:
Criar um sistema de dados e pesquisas sobre a violência doméstica, ampliando a compreensão sobre padrões de revitimização e fatores de risco.
Apoiar a gestão pública na formulação e monitoramento de políticas, oferecendo diagnósticos e subsídios técnicos que contribuam para a efetividade das ações de proteção às vítimas.
Compartilhar evidências e experiências relevantes, promovendo o aprendizado institucional e o intercâmbio de boas práticas entre diferentes órgãos e territórios.
O envolvimento de adolescentes e jovens em atos infracionais ou criminosos, especialmente em contextos de presença de grupos criminosos violentos, está associado a trajetórias marcadas por exposições acumuladas à violência, vulnerabilidade social e às limitações na provisão de serviços pelo Estado. A prevenção desse envolvimento exige estratégias focalizadas e sustentadas por evidências científicas.
Nesse eixo, o Leme atua para apoiar os seguintes desafios:
Desenvolver sistemas de informação que permitam a identificação e o monitoramento de situações de risco, integrando dados territoriais e administrativos de diferentes setores, para apoiar o acompanhamento de indivíduos em maior situação de vulnerabilidade e fortalecer as capacidades institucionais do poder público.
Identificar e avaliar o impacto de iniciativas promissoras de proteção e inclusão social, produzindo evidências sobre o que funciona na prevenção do envolvimento criminal e apoiando a disseminação e a escala de estratégias eficazes.
Os governos municipais têm papel fundamental na prevenção da violência, reconhecido pela Lei do SUSP, que orienta a cooperação entre municípios e os demais entes federativos. Isso exige que as prefeituras articulem ações no nível local para coordenar políticas de segurança integradas.
Nesse tema, oferecemos apoio para os seguintes desafios:
Fortalecer as capacidades institucionais das prefeituras, estruturando áreas responsáveis pela política de segurança.
Elaborar planos municipais de segurança, alinhando diagnóstico, eixos de atuação e modelo de governança.